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Presente na cozinha mediterrânea desde sempre, o óleo de oliva, ou azeite, só passou a freqüentar mesmo as mesas ocidentais há algumas décadas. Sua popularização por aqui coincidiu com a descoberta de que, além de uma variedade incrível de paladares, o produto tem propriedades que fazem bem à saúde, prevenindo, por exemplo, arteriosclerose. São Paulo já tem uma butique de azeites que oferece 25 tipos de óleos obtidos na bacia do Mediterrâneo, com cores, sabores e aromas que remetem a frutas, vegetais e especiarias (como os macerados com ervas). “A diferença entre eles decorre da região de cultivo, tipo de clima, solo, espécie de oliveiras e qualidade do fruto”, explica Marcus Cláudio Bueno Pimentel, gerente da loja O & Co. No restaurante que funciona no local, o azeite é o rei, temperando saladas, massas e até doces. “À primeira vista, azeite em chocolates e frutas deixa o cliente surpreso”, afirma Marcus. Para o médico Jacó Faintuch, coordenador do curso de Medicina Esportiva da Universidade de São Paulo, a discussão vai além do sabor. “O azeite de oliva é mais caro que o óleo de soja mas, para a saúde, é indubitavelmente melhor.”
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